A Fonte do Ribeirão foi construída em 1796. Há 200 anos o local servia como abastecimento de água potável de São Luís. Atualmente a fonte é ponto turístico e um dos mais belos cartões postais da capital maranhense.
Na parte de cima está estátua de Netuno, erguida no centro. No meio estão 3 janelas que dão acesso às galerias suterrâneas da fonte, e embaixo são encontradas cinco carrancas que jorram água cristalina.
O acesso às g  alerias  subterrâneas, hoje, é proibido!!! Para entrar, só com a autorização do IPHAN. Os túneis guardam histórias e lendas que atualmente mexem com o imaginário tanto de turistas como de moradores.
O local é fechado com cadeado e a chave fica no prédio à frente que pode ser visto na foto através do gradeado. O casarão à frente é a sede da FUNC (Fundação Municipal de Cultura).
Do lado de dentro são encontradas as galerias. Um caminho onde a umidade é altissima, mas (por incrível que pareça) não são encontrados sujeiras e insetos.

A galeria principal (hoje) é interligada à cinco outras galerias e todas terminam em fontes, e as fontes são bloqueadas por paredes. Segundo os moradores mais antigos de São Luís, as galerias não eram bloqueadas e  chegavam à igrejas e outras fontes. Atualmente o túnel principal só possui 70 metros.
A lenda diz que essas galerias subterrâneas eram usadas por padres para se deslocar para outras igrejas (o túnel chegaria às igrejas: da Sé, do Desterro e do Carmo) e se relacionar com as freiras. Dizem que também eram traficados escravos e mercadorias pelos túneis, e ainda existe a lenda mais interessante: A lenda da serpente. A serpente gigantesca estaria dormindo nas galerias e quando acordasse afundaria a ilha.
De história em história, de lenda em lenda, a Fonte do Ribeirão  resistiu ao tempo. Depois de 200 anos o monumeto continua conservado.

A matéria sobre as galerias subterrâneas da Fonte do Ribeirão produzida por mim e feita por Henrique Benjor (Cinegrafista), Augusto (Iluminador) e Marcos Figueredo (Diretor de Jornalismo) será exibida esta semana (14.08 a 18.04.08) na TV Cidade - Record / MA.
Escrito por daniela bandeira às 17h14
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